Para a segurança e um melhor aproveitamento da prática de exercícios pelos pacientes,

sua programação deve ser supervisionada por um profissional capacitado. Sendo cada indivíduo único, com especificidades, aptidões físicas, limitações e respostas aos exercícios de maneiras diferentes, as recomendações das diretrizes e dos consensos internacionais apresentam-se de forma apenas sugestivas aos pacientes, com as devidas cautelas para a sua realização.

É muito importante que o paciente com seu/sua médico(a) oncologista e fisioterapeuta para encontrar uma rotina de exercícios apropriada ao estadiamento (estágio de tratamento), alinhados aos seus objetivos e a sua aptidão física. Uma das recomendações de atividade física é da COSA (Sociedade de Oncologia Clínica da Austrália). Nela, sugere-se que os pacientes, após o tratamento do câncer, devem retornar às suas atividades diárias o mais rápido possível.

Para definição de objetivos, os pacientes devem estabelecer metas de progressão que, uma vez alcançadas, deverão ser mantidas em: 150 minutos de intensidade moderada ou 75 minutos de exercícios aeróbicos de intensidade vigorosa (por exemplo, caminhada, corrida, ciclismo e natação) a cada semana, associados a duas a três sessões de exercícios resistidos progressivos e alongamentos na semana.

Vamos tentar??  Estes são alguns exemplos:

Os 150 minutos de caminhada podem ser divididos em 22 minutos por dia na semana, ou 30 minutos de caminhada 5 vezes por semana. Uma outra opção é 75 minutos de caminhada rápida divididos em 15 minutos por dia, 5 dias por semana.

Essas diretrizes são apenas recomendações. Não podemos esquecer que todos nós somos diferentes. Para indivíduos com efeitos colaterais relacionados ao tratamento ou outros problemas de saúde em conjunto com o câncer, a programação de exercícios deve ser supervisionada por um profissional capacitado.

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